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Abrir portas para deixar o público entrar e a arquitectura sair

2018-06-24

Mais de 60 locais de interesse arquitectónico vão abrir portas nos dias 30 de Junho e 1 de Julho. O Open House está de regresso ao Porto e aponta o foco à arquitectura de utilização industrial.

Casas abertas para quem as quiser ver. É assim que vão estar Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos, nos dias 30 de Junho e 1 de Julho, quando a 4.ª edição do Open House Porto arrancar e as portas que habitualmente estão fechadas se abrirem de par em par. Celebrar a arquitectura é o mote do evento, criado há mais de 25 anos em Londres, e que hoje se estende a mais de 40 cidades por todo o mundo, entre as quais Porto e Lisboa. Este ano, a edição do Norte debruça-se sobre a arquitectura de utilização industrial e conta com uma selecção de 65 espaços escolhidos por Inês Moreira e João Rapagão, arquitectos e comissários desta edição.

O tema, escolhido pela Casa da Arquitectura — entidade organizadora do evento —, pretende “quebrar a ideia de que os espaços industriais têm uma conotação pejorativa” e acabar com “uma espécie de má vontade” existente em relação a estes locais, até porque “as cidades como as conhecemos hoje devem muito à era industrial”, explica, em entrevista ao P3, João Rapagão. Para desmistificar preconceitos foi então seleccionado “um conjunto de edifícios extremamente importantes e estruturantes para as cidades, normalmente próximos das grandes infra-estruturas — como o rio, as estradas e o mar".

São disso exemplos a Fábrica de Chumbo e Caça, a fábrica de moagem Germen, o centro de engenharia e desenvolvimento CEiiA, a Tipografia Peninsular, o Reservatório de Água Nova Sintra e os Silos de Leixões.

Fonte: https://www.publico.pt/2018/06/20/p3/noticia/abrir-portas-para-deixar-o-publico-entrar-e-a-arquitectura-sair-1835118

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